A História de uma Fantasia Vazia – Capítulo 31 – Grande General Brakar!

Um capítulo um pouco menor então deu pra sair hoje!
Meu gato quebrou meu mouse…. estou triste…. quero um mouse novo… vou castrar esse gato idiota agora so de mal…


 

Capítulo 31 – Grande General Brakar!

Grande General, um Rank Titular para poucos, apenas aquelas que lutaram e sobreviveram diversas guerras e combates mortais, considerado o titulo mais alto que pode ser alcançado visto que para chegar em Comandante seria necessário matar outros Grande Generais e uma batalha entre dois Grande Generais não é algo que costuma acontecer.

Um Grande General está no nível em que é difícil chama-lo de humano, seu poder é tamanho que ele a palavra “lutar” é substituída por “subjugar”, sua presença no campo de batalha significa o fim da batalha.

Brakar, um simples e comum aldeão que se uniu ao exercito quando jovem. Ele não possuía nenhuma habilidade especial ou afinidade magica, vindo de uma família muito pobre ele se juntou ao exercito apenas para poder ter o que comer. Logo nos seus dias de soldado raso, a cidade onde ele estava estacionado foi atacada por um grande numero de monstros, um massacre.

A cidade so contava com soldados Rank-C e B e apenas um Rank-A, os monstros eram em geral Rank C e B mas seu numero era gritante, os soldados lutaram desesperados, até os aldeões tentaram ajudar mas o numero de monstros era muito grande.

Em meio a esse inferno estava o jovem Brakar, com seus meros 16 anos e seu Rank-B, ele lutou com tudo que tinha, mas a unica coisa que via era seus companheiros caindo um após o outro e sendo devorados por monstros. Ele não queria aquele fim, ele não queria morrer daquele jeito, ele não queria morrer.

Pegando as armas de seus companheiros caídos Brakar lutava não para proteger a cidade, mas a si mesmo, seu objetivo era apenas sobreviver, a cidade não tinha mais esperanças. Ele lutou, incessavelmente, durante um dia inteiro, durante uma noite inteira, seu corpo gritava por descanso mas ele continua a lutar usando apenas sua vontade de viver como combustível ele lutou.

No dia seguinte quando as tropas chegaram para recuperar a cidade, tudo que eles viram era uma cidade destruída repleta de corpos, para todos os lados haviam corpos de pessoas e de monstros, a cena não mudava não importa onde fossem, nenhum ser vivo fosse monstro ou humano residia na cidade.

Até eles chegarem em um dos muros da cidade, lá eles viram algo que ficou grava em seus corações. Sobre uma pilha de corpos de monstros estava um garoto totalmente ensanguentado com feridas em todo seu corpo, ele comia a carne crua de um monstro. Ele era o único sobrevivente de toda a cidade o jovem Brakar que acabara de chegar no Rank 1-Star.

As historias do jovem comedor-de-monstros Brakar se espalharam rapidamente e o velho Rei o convocou para o castelo e começou a ser treinado para ser um guarda real. Ao completar 20 anos ele foi enviado para a frente de batalha contra os reinos rivais.

A guerra durou 10 anos, ela chegou seu fim com novamente o nome de Brakar mas agora com o apelido de Devorador-de-Reinos sendo gravado na história. Brakar liderou as tropas que derrotaram dois dos quatro reinos rivais e o terceiro reino ele havia apenas se infiltrado com um pequeno batalhão para juntar informações, porem seu grupo foi descoberto e eles tiveram que lutar por sua vida.

Vendo que era impossível fugir Brakar liderou seus homens para dentro do castelo para causar o maior dano antes de caírem, contudo, a batalha se estendeu e Brakar e seus homens conseguiram resistir dentro do castelo inimigo por dois dias, até que apenas Brakar e um companheiro estavam vivos e o Rei foi pessoalmente oferecer a eles que trocassem de lado e polparia a vida de guerreiros tão poderosos.

Negando o convite o Rei ordenou que suas tropas executassem os dois homens que para sua surpresa, mataram todos os soldados e saíram com a cabeça do Rei em suas mãos. O terceiro Reino destruído por Brakar.
Com essa noticia se espalhando o quarto e único reino restante se rendeu e o continente de Fagos foi unificado.

Brakar agora um Rank 5-Star, era o comandante do exercito principal de Fagos. Pequenas rebeliões e ataques de monstro aconteciam e ao longo dos anos Brakar conquistou o Rank General.

Foi então que a batalha pelo continente central começou, onde Brakar mais uma vez entrou como linha de frente da guerra.

O próprio Rei e seu filho foram para o continente Central para controlar as tropas nessa guerra na conquista dos territórios. O que o Rei não sabia é que o continente inimigo possuía mais de um General em seu exercito.

O Sub-capitão das tropas Waldrich, avisou a Brakar que sentia que algo ruim poderia acontecer ao Rei e pediu que ele voltasse. Porem Brakar apenas achava que o Jovem Waldrich apenas queria os créditos de liderar o exercito, mas logo em seguida Waldrich diz que se Brakar não retornasse ele mesmo retornaria e então Brakar decide retornar.

O pressentimento de Waldrich estava correto, o inimigo havia enviado dois Generais para assassinar o Rei, Brakar foi incapaz de proteger o Rei mas conseguiu matar os dois Generais e proteger o Príncipe. Enquanto isso na frente de batalha Waldrich havia conquistado a vitória contra o General inimigo e assim avançando para o Rank General.

O Príncipe agora Rei, ordenou que as tropas voltassem, que a batalha por esse continente não valia a pena os sacrifícios de tantos homens. Porem Brakar não queria aceitar a derrota e pediu para ter liberdade de ação, o Rei, não podendo negar um pedido de seu benfeitor e herói do exercito, o concedeu permissão.

Brakar então sozinho avançou no exercito inimigo aniquilando todos que encontrava pela frente, seu objetivo era matar o comandante inimigo mas ele foi incapaz de chegar ao comandante mas ele aniquilou todo o exercito inimigo junto com outros três Generais, chegando assim ao Rank Grande General.

Devido ao grande massacre, o reino do outro continente também recuou e não ousaram brigar novamente com o inimigo que possuía um Grande General.

Todos estavam paralisados, eles sabiam que teriam que enfrentar o Grande General para atingirem seus objetivos mas nenhum deles esperava que ele aparecesse agora, Waldrich ainda estava vivo, lutar contra ambos era totalmente impossível.

“Em pensar que vocês conseguiram vencer Waldrich, eu estou realmente impressionado, eu não esperava ter que sair do castelo.”

Brakar olhava para eles com grande interesse, depois de vários anos, ele finalmente voltou para o campo de batalha, embora ele soubesse que isso não duraria muito, sua derrota não era algo que poderia acontecer, mas para eles atacarem o castelo seus inimigos deveriam ter algum plano para lidar com ele.

Brakar estendeu os braços, ele não carregava nenhuma arma, ele não precisava de nenhuma arma, e falou com um tom de zombaria em sua fala.

“Vamos! Mostrem-me como pretendem lutar contra mim!”
“Brakar o Rei não pode ficar sozinho eu vou voltar imediatamente.”

Em resposta a Waldrich, Brakar apenas balança a cabeça e Waldrich dispara de volta para o castelo. E Brakar volta a olhar para o grupo em sua frente.

“E então? Podemos começar?”

Dentro do castelo Ignis nota que Brakar saiu da sala do Trono.

“É minha chance.”

Sem perder tempo ele dispara para a sala do Trono, agora não deveria ter ninguém capaz de impedi-lo dentro do castelo.

A nevoa negra preenche os corredores e a sala do Trono, no caminho alguns guardas estavam em alerta mas um por um eram mortos sem tempo de reação. Ignis passava por eles e enfiava sua mão em seus pescoços e quebrava o pescoço de outros, apenas o som dos corpos caindo no chão era ouvido.

Ele então chega na sala do Trono, a grande porta é aberta e os guardas de dentro todos se preparam para enfrentar o inimigo. Mas sem aviso algum pequenos projeteis de pedra são atirados na cabeça de todos os guardas, os projeteis em formato de balas perfuram o cranio de seus alvos e todos eles caem no chão.

Na sala ainda havia algumas pessoas mas eles não eram combatentes então pouco importava para Ignis.

Do outro lado da sala do Trono, havia algo que bloqueava a visão de Ignis, ele não conseguia ver o fluxo de mana nem de Força Vital atrás do trono.

(Ela está la!)

Ignis corre para o trono e passa para a escadaria que estava escondida por trás, chegando em uma grande porta, quando ele tenta encostar na porta ele é repelido pela mesma força que ele usa.

“Tsc, outra barreira.”

Ele olha para as paredes, mas diferente da outra vez todas as paredes estavam protegidas pela barreira e ela era bem mais poderosa do que a barreira da mansão do príncipe.

Frustrado, por estar tão perto mais não conseguir abrir a porta ele volta para a sala do trono.

“Quem de vocês é o Rei!?”

Ignis grita, mas ninguém responde, ninguém além dele na sala conseguia enxergar algo e estavam todos apavorados.

“Quem é o maldito Rei!?!?”

Ele pergunta novamente, dessa vez com bastante irritação em sua voz, mas eles continuam em silencio, mas uma garota fala algo.

“Ignis! É você não é!?”
“!?”

Ele não tinha a minima ideia de quem poderia ser, ninguém do castelo deveria saber seu nome. Ele então responde desconfiado.

“Sim, sou eu, quem é você?”
“Sou eu! Mia! Você finalmente veio!”

Ignis não entendia, ele sequer sabia quem era Mia, mas vendo que ela estava sendo amigável com ele.

“Sim eu estou aqui, você sabe quem é o Rei?”
“Sim! É este homem aqui!”
“M-Mia! O que você está fazendo!?”

Ela então segura o braço de um Homem velho que estava ao seu lado. Sem perder tempo Ignis segura o homem e o puxa pelo pescoço.

“Como eu abro aquela maldita porta?”
“Eu não sei do que você está falando….”
“É melhor você falar logo ou vou arrancar cada um de seus membros até você falar.”
“Faça isso e nunca conseguirá abrir aquela porta!”

Enquanto ele perguntava ele havia levado o homem até a porta.

“Então é assim que funciona?”

Ignis então segurou o braço esquerdo do Rei e o torceu quebrando seu braço, torceu mais uma vez e depois puxou arrancando o braço do Rei fora a partir do cotovelo.

“AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH”

O Rei gritava de dor mas Ignis ignorava totalmente, jogando o Rei no chão ele pegou o braço arrancado e colocou a mão do Rei na porta. A porta reagiu e símbolos mágicos começaram a aparecer.

“E agora?”

Ele perguntou ao Rei que se contorcia no chão em dor.

“P-pelo reino de Fagos… abra-ti….”

O Rei falou em  meio a gemidos e os círculos mágicos brilharam e começaram a rodar e a porta lentamente se abriu.
Dentro havia uma garota de cabelos prateados sentada em uma cadeira olhando para o vazio.

“Yin!”
“Ignis!?”

Ao ouvir a voz de Ignis, Yin voltou para a realidade e virou para a origem do som, ela se levantou e Ignis entrou correndo na sala abraçando Yin.

No momento em que Ignis entra na sala todo o fluxo de mana que estava saindo de seu corpo é cortado e a [Nevoa Negra] é encerrada, mas Ignis não ligou para isso, ele finalmente conseguiu encontrar Yin de novo, agora ele so precisava fugir.

“Vamos Yin, não tempo, temos que fugir.”
“Un!”

Ela acena com a cabeça concordando e ele a coloca nos braços e começa a subir as escadas para a sala do Trono.

“Você!”

Ele é parado por uma figura que ele já conhecia, Waldrich estava em sua frente segurando seu martelo de guerra.

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12 comentários sobre “A História de uma Fantasia Vazia – Capítulo 31 – Grande General Brakar!

      1. Podia ser pior… Ele podia ter quebrado o seu fone…
        Mas fazer oq? é a natureza dos gato. Seja gentil com ele, pra quando eles dominarem o mundo (sim, num futuro próximo), ele vai ter dar uma posição de honra, como afagadora oficial ou algo assim u.u

        Curtir

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